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Sindicato dos professores protesta contra fechamento do ensino médio no SESI

Indignados com o anúncio do fechamento do ensino médio técnico no SESI, em Patos de Minas, o SINPRO-MINAS, Sindicato dos professores, decidiu protestar. Na última reunião ordinária da Câmara Municipal, o diretor da entidade José Carlos Padilha, fez uso da tribuna livre e pediu apoio das autoridades do município para ajudar alunos e professores do SESI. Em entrevista para a Rádio Clube 98, Padilha disse que é o momento de lutar pela educação. “Sempre que uma escola se fecha é lamentável para um município. Quem perde somos todos nós. Educação é um investimento de longo prazo”, disse.

Com a decisão, 100 alunos do ensino médio/técnico serão dispensados a partir do ano de 2019. O motivo, segundo informou o diretor da entidade, César Júnior, em entrevista a Rádio Clube 98, é a falta de dinheiro. O sistema é mantido pelos recursos repassados pela Indústria. No entanto, devido à crise econômica dos últimos anos os valores arrecadados para a entidade diminuíram consideravelmente. A estimativa é economizar cerca de 1 milhão de reais por ano. Segundo apurou o Clube Notícia, os custos por aluno são elevados e se tornou difícil manter a atividade. As demais atividades da entidade serão mantidas normalmente.

No total, são 3 turmas: uma para o primeiro ano do ensino médio; uma para o segundo ano de ensino médio e 1 para o terceiro ano do ensino médio. A expectativa é de que a rede estadual de ensino acolha as turmas inteiras. No entanto, o SESI tentará parceria com escolas da rede privada para encaixar os alunos. “Não deixaremos nossos alunos desamparados. Buscaremos parecerias e vamos deixá-los em condições de receberem o ensino de qualidade”, afirmou César. Diante disso, o SINPRO-MINAS continuará debatendo o assunto com a sociedade. O objetivo é buscar apoio de empresários e outras forças para manter os alunos no ensino médio. “Continuaremos provocando as pessoas para que a gente possa dar voz essa situação e mostrar para as pessoas que isso é bom para a cidade. Não podemos deixar uma escola se fechar”, disse José Carlos Padilha, diretor SINPRO-MINAS.

FONTE: CLUBE NOTICIAS.

Sair Clenio Cesar

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