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Sofrendo com febre, tosse, dor de cabeça e muscular? Pode ser gripe

Tatiana Pronin

Colaboração para o VivaBem

31/07/2018 04h00

A primeira pandemia de gripe que realmente entrou para a história ocorreu há 100 anos. Estima-se que a chamada “gripe espanhola” tenha causado 50 milhões de mortes entre 1918 e 1919. Apesar de ter se iniciado na Europa, chegou a afetar um terço da população mundial, inclusive o Brasil. Mas a doença é bem mais antiga que isso.

A palavra “influenza”, usada ainda hoje para nomear os vírus que provocam esse tipo de infecção nas vias respiratórias, era utilizada na Idade Média para qualquer tipo de epidemia. Segundo um estudo publicado no periódico Emerging Infectious Diseasesa origem do nome tem a ver com a crença, na época, de que as doenças que afetavam a humanidade de vez em quando eram influenciadas pelos astros. No século 18, os italianos já falavam de uma influenza di catarro que se espalhou pela Europa.

Após a gripe espanhola, provocada pelo vírus influenza A (H1N1), outras pandemias entraram para a história, como a gripe asiática (1957), causada pelo A (H2N2), a de Hong Kong (1968), gerada pelo A (H3N2), e a mais recente, de 2009, quando uma variação do vírus H1N1 levou à morte entre 151 e 575 mil pessoas em todo o mundo, de acordo com os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), nos Estados Unidos. Na Austrália, a ocorrência recente de gripes pelo H3N2 também foi intensa.

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Existem quatro tipos de influenza: A, B, C e D, sendo que apenas os três primeiros afetam humanosImagem: iStock

Siglas diferentes para a mesma doença

O mapa genético de um vírus qualquer pode ser constituído de DNA ou de RNA. Esse último é o caso do Myxovirus influenzae, que pertence à família OrthomyxoviridaeExistem quatro tipos de influenza: A, B, C e D, sendo que apenas os três primeiros afetam humanos.

Os vírus tipo A são classificados de acordo com as combinações de duas proteínas diferentes: a hemaglutinina (H) e a neuraminidase (N). Dois subtipos têm circulado nas temporadas mais recentes de gripe: o A (H1N1) da pandemia de 2009 (pdm09) e o A (H3N2), originado em 1968. Outros, de origem animal, também podem causar doença grave em humanos, como o A (H5N1) e o (H7N9).

Já os vírus tipo B infectam somente humanos. Os circulantes são divididos em duas linhagens principais: B/Yamagata e B/Victoria. E o influenza tipo C gera apenas sintomas leves, por isso nem ouvimos falar sobre ele. Os vírus A e o B é que estão relacionados a epidemias –quando, de repente, um monte de gente no mundo todo fica doente porque surge uma cepa nova, para a qual as pessoas ainda não desenvolveram imunidade.

Os vírus estão em constante mutação, e por isso é tão difícil combatê-los. De tempos em tempos, o influenza passa por uma mudança grande, havendo troca de segmentos de genes, ou “shifts” –é quando surgem as pandemias. Além disso, os vírus da gripe ainda sofrem mudanças menores e mais frequentes (mutações nos genes, ou “drifts”), e por isso é preciso desenvolver uma vacina nova a cada ano.

Doença sazonal

As gripes costumam atacar durante uma temporada específica –de abril a outubro, com pico no inverno. É o que se chama de gripe comum, ou sazonal. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a gripe sazonal afeta de 5% a 10% da população mundial, e causa cerca de 650 mil mortes por ano, sendo que crianças, idosos e pessoas com determinadas doenças são as principais vítimas.

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Dor de cabeça e febre elevada (acima de 38 ºC), de início súbito e persistente, são sintomas comuns de gripeImagem: iStock

Sintomas da gripe

O termo “gripe” costuma ser usado de forma genérica para denominar infecções respiratórias virais, como as causadas por rinovírus, coronavírus, parainfluenza, vírus sincicial respiratório (VSR), adenovírus etc. Os sintomas do resfriado são parecidos, só que são mais brandos e duram menos tempo (cerca de quatro dias). Já a gripe de verdade, causada pelo influenza, costuma “derrubar” muito mais a pessoa, pois o vírus é mais agressivo, gerando um quadro inflamatório mais acentuado. A febre alta de início súbito é uma característica importante da gripe que não aparece no resfriado.

Principais manifestações

– Febre elevada (acima de 38 ºC), de início súbito e persistente
– Dor de cabeça (cefaleia)
– Dor muscular (mialgia)
– Dor nas articulações (artralgia)
– Dor de garganta
– Tosse seca
– Calafrios
– Prostração (fraqueza)
– Secreção nasal excessiva (nem sempre presente)
– Perda de apetite

Podem ainda estar presentes

– Diarreia
– Vômito
– Rouquidão
– Fadiga
– Olhos avermelhados e lacrimejantes

Há diferenças entre os subtipos?

“Após a pandemia de 2009, os brasileiros começaram a ter uma noção maior do que é influenza, uma cultura que já existia no Hemisfério Norte”, comenta Nancy Bellei, professora de infectologia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e consultora da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI). Assim, hoje é comum as pessoas falarem em “gripe H1N1” ou “gripe H3N2”.

É muito difícil diferenciar os subtipos de gripe pelos sintomas. As diferenças dependem mais de questões individuais –se você observar várias pessoas com o mesmo vírus, cada uma reage de uma forma. Porém, quando se observa o impacto dos diferentes subtipos nas populações, é comum se observar algumas diferenças.

Nancy afirma que o H3N2, por exemplo, parece causar mais mortes em idosos. “E alguns estudos com pacientes hospitalizados mostraram que o H1N1 causa uma falta de ar mais precoce que o H3N2”, acrescenta. O pediatra Renato Kfouri, que preside o departamento científico de imunizações na Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), acrescenta, ainda, que o influenza B costuma ser um pouco mais grave em crianças do que em adultos.

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O resfriado costuma ter sintomas mais leves, já a gripe é mais agressiva e deixa a pessoa derrubadaImagem: iStock

Quando procurar o médico?

Crianças pequenas, gestantes, pessoas com mais de 65 anos ou com alguma doença crônica (como cardiopatia, diabetes, asma, doença renal ou imunodeficiência, entre outras) são considerados pacientes de risco. Esses devem procurar o médico ou o serviço de saúde nas primeiras 24 horas com os sintomas, especialmente nas temporadas de gripe. Quanto antes o diagnóstico for feito e o tratamento com antiviral for iniciado, menor é a probabilidade de complicações ou morte.

Para quem não é paciente de risco, a orientação é procurar o médico se a febre não melhorar em 48 ou 72 horas. E todo mundo deve procurar o serviço de saúde a qualquer momento se apresentar taquicardia, falta de ar, lábios arroxeados, dor no peito, vômitos constantes, tontura, queda de pressão e convulsão.

Diagnóstico

O diagnóstico é importante porque permite o tratamento precoce dos pacientes de risco, além do monitoramento epidemiológico. Existem testes rápidos para detectar a gripe em consultórios, mas eles são menos precisos que os testes moleculares. Esses levam mais tempo para ficar prontos e são recomendados apenas em pacientes hospitalizados ou doentes para os quais o quadro progrediu. Vale ressaltar que os exames não são necessários para que o médico decida pelo uso do antiviral.

Evolução

O período de incubação da gripe –ou seja, quanto tempo a pessoa leva para desenvolver sintomas após ter contato com o vírus — varia de um a quatro dias.

Os sintomas da gripe, ou “síndrome gripal”, têm início súbito. A febre é o mais importante deles, e costuma durar cerca de três dias. Nas crianças, a temperatura alta pode acompanhar sintomas gastrointestinais, bronquite ou bronquiolite. Depois que a febre começa a ceder, os sintomas respiratórios ficam mais evidentes e se mantêm por outros três ou quatro dias. Ao todo, a doença dura cerca de uma semana, apesar de o cansaço poder se estender um pouco mais. Nas crianças e nos pacientes imunocomprometidos o quadro é mais arrastado, podendo durar 10 dias ou mais de 14, respectivamente.

Complicações

As complicações mais frequentes da gripe são as pneumonias bacterianas (geralmente provocadas por Streptococcus pneumoniaeStaphylococcus ssp. e Haemophillus influenzae). Outro problema grave é a pneumonia viral, provocada pelo próprio influenza. Nas crianças, também é muito comum a gripe evoluir para uma otite (inflamação no ouvido). Sinusites, amigdalites e agravamento de doenças crônicas também são possíveis consequências de um quadro gripal.

Síndrome Respiratória Aguda Grave

Quando um indivíduo com gripe apresenta sintomas como dispneia (falta de ar ou desconforto para respirar), saturação de oxigênio menor que 95%, podendo, ou não, ter aumento da frequência respiratória e queda de pressão, é sinal de que a doença evoluiu para sua forma grave, chamada Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG, ou SARS, em inglês). Em certos casos, o paciente precisa ir para a UTI para receber ventilação mecânica (aparelho que auxilia a respiração). A SRAG também pode ser causada por outros agentes.

Quando internar?

Pacientes de risco em geral são mais propensos à hospitalização por gripe. Mas isso pode acontecer com qualquer pessoa que esteja com problemas para oxigenar o pulmão, ou quando há sinais de desidratação (febre, vômitos ou diarreia aceleram a perda de água). Exames de sangue e raios-X também podem ser solicitados e, dependendo do resultado, podem indicar complicações que requerem um acompanhamento mais próximo da equipe médica. “A exacerbação de alguma doença pré-existente também pode determinar uma internação”, diz a infectologista Lessandra Michelin, coordenadora do comitê de imunizações da SBI.

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Sopas e chás podem aliviar os sintomas, mas não combatem o vírus da gripe e seu efeito é temporárioImagem: iStock

Como tratar a gripe

Qualquer pessoa com gripe deve descansar e tomar bastante água, para evitar a desidratação. Analgésicos e antitérmicos podem ser indicados para alívio dos sintomas, como dor e febre. Os antivirais disponíveis atualmente para gripe são o fosfato de oseltamivir (Tamiflu), administrado por via oral, e o zanamivir (Relenza), que é aplicado por inalação. Mas as drogas precisam ser administradas até 48 horas após o início dos sintomas para surtirem o efeito desejado. O principal efeito colateral é náusea. Vale lembrar que há o risco de o vírus desenvolver resistência ao remédio. O oseltamivir não é facilmente encontrado em farmácias, apenas em hospitais e serviços públicos de saúde.

Existem algumas drogas novas, já aprovadas no Japão, que podem ter maior eficiência antiviral e agir mais rápido, segundo estudos. Mas ainda não há previsão para que esses princípios ativos cheguem no Brasil. Um desses novos medicamentos, o baloxavir, é de dose única.

Tratamentos naturais

Existem diversas receitas caseiras para combater a gripe, mas os especialistas garantem que chás, alimentos e suplementos podem apenas aliviar os sintomas. “Tudo que é quente melhora um pouco a inflamação, mas o efeito é temporário”, esclarece Bellei sobre o efeito de chás e sopas. O mel possui certas substâncias que aliviam a tosse, e manter a mucosa hidratada também ajuda, por isso chupar qualquer bala pode ser uma boa ideia, segundo ela. “Mas não existe nenhuma medicação caseira que seja antiviral”, avisa a médica.

vitamina C também não evita gripes ou resfriados, segundo evidências científicas. Manter a ingestão mínima desse nutriente no dia a dia é suficiente para manter o sistema imunológico em dia. Tampouco o zinco ou cápsulas de alho são capazes de combater o influenza. “Muita gente pode utilizar alguns produtos com esses ingredientes e se sentir melhor, mas isso acontece por causa do efeito placebo, ou porque há algum analgésico ou cafeína presentes na fórmula”, acredita Nancy.

Transmissão

O vírus da gripe pode ser transmitido de forma direta ou indireta. No primeiro caso, por meio das gotículas lançadas pelo infectado ao expirar, espirrar, tossir ou falar –outras pessoas podem ser contaminadas mesmo se estiverem a um metro e meio de distância. A transmissão indireta ocorre por meio de superfícies contaminadas — micro-organismos podem sobreviver por até oito horas neles. Assim, quem tocar um corrimão ou maçaneta com presença do vírus pode se infectar ao levar a mão à boca, aos olhos ou ao nariz, por isso é tão importante lavar sempre as mãos e usar lenços.

A transmissão do influenza começa dois dias antes de os sintomas aparecerem e pode durar até três dias depois que a febre passa. Já as crianças podem transmitir o vírus por até 10 dias. “A imaturidade do sistema imune da criança colabora para que a excreção do vírus seja mais lenta”, explica o pediatra Renato Kfouri. O mesmo vale para pacientes com a imunidade comprometida, que podem passar o vírus para outras pessoas por mais de 14 dias. É por isso que esses grupos são prioritários para a vacinação – eles têm papel importante na cadeia de transmissão da doença.

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A vacina contra gripe tem eficácia de 50% a 85%Imagem: iStock

Vacina é principal forma de prevenção

A vacinação anual é a principal medida para se evitar a gripe e suas complicações. Além de evitar a doença, quem se imuniza ainda ajuda a proteger outras pessoas. Todo ano, a OMS convoca especialistas para recolherem as amostras que devem compor as vacinas da temporada para os hemisférios norte e sul. Depois de produzidos e testados, esses imunizantes são enviados para os fabricantes, que por sua vez vão cutivá-los e distribui-los. É um processo demorado e, infelizmente, alguns surtos de gripe têm ocorrido antes do início do período de vacinação.

Todo mundo deveria se vacinar anualmente, mas apenas os grupos prioritários recebem a imunização gratuitamente no Brasil. São eles:

– Crianças de 6 meses a menores de 5 anos
– Gestantes
– Puérperas (até 45 dias após o parto)
– Trabalhadores da área da saúde
– Povos indígenas
– Indivíduos com 60 anos ou mais
– População privada de liberdade
– Funcionários do sistema prisional
– Professores da rede pública e privada
– Portadores de doenças crônicas não transmissíveis como: doença respiratória crônica, doença cardíaca crônica, doença renal crônica, doença hepática crônica, doença neurológica crônica, diabetes, imunossupressão, transplantados e portadores de trissomias.

Eficácia

A eficácia da vacina varia de 50% a 85%, dependendo do subtipo contemplado. A resposta de cada paciente também pode variar de acordo com a idade e a exposição prévia aos agentes, entre outros fatores. Em geral, o imunizante começa a fazer efeito duas ou três semanas depois da aplicação, por isso é importante se vacinar no outono para ter proteção garantida no inverno. Crianças com menos de 9 anos que são vacinadas pela primeira vez devem receber duas doses com intervalo de um mês entre elas.

Efeitos colaterais e contraindicações

Os principais efeitos colaterais são dor e vermelhidão no local da injeção, que podem ser amenizados com compressas frias. Algumas pessoas podem ter algum mal-estar leve no máximo até 24 horas depois de receberem a vacina. Reações graves, como anafilaxia e Síndrome de Guillain-Barré (doença que afeta os nervos periféricos), são extremamente raras.

As contraindicações são apenas para menores de seis meses, e pessoas com alergia grave a algum componente da vacina. Indivíduos com histórico de Guillain-Barré devem avaliar o custo-benefício da imunização com o médico. É prudente adiar a vacinação em caso de doença febril aguda.

E quem é alérgico ao ovo?

As vacinas trivalentes (disponíveis na rede pública) e quadrivalentes oferecidas no Brasil são cultivadas em ovos. Segundo a recomendação mais recente dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças, porém, pessoas com alergia à proteína do ovo podem ser imunizadas, principalmente aquelas que apresentam apenas urticária após ingerirem o alimento. Para quem tem reações mais graves, a orientação é que ela seja administrada no hospital e sob supervisão médica. Fora do Brasil, há um tipo de vacina recombinante que não contém a proteína do ovo na composição, aprovada apenas para maiores de 18 anos.

A vacina contém mercúrio?

Em frascos de múltiplas doses, a vacina contém pequenas doses de timerosal, um conservante que contém mercúrio e evita a contaminação por fungos ou bactérias durante a aplicação de múltiplas doses. A OMS, por meio de seu comitê de segurança de vacinas, com especialistas independentes, diz que não há provas de que a quantidade de timerosal presente nas vacinas cause risco à saúde. Outros grupos, como a Agência Europeia de Medicamentos, também chegaram a conclusões semelhantes. Existem apresentações de dose única da vacina sem o conservante.

Tomei a vacina e fiquei gripado logo em seguida, por quê?

vacina é feita com vírus inativado, portanto não há risco de ficar doente por causa dela. Isso pode acontecer porque a vacina leva algum tempo para funcionar, por que o vírus já estava incubado durante a imunização, ou ainda porque a cepa que provocou a doença era diferente daquela contemplada na vacina. A vacina não tem 100% de eficácia, mas estudos indicam que, mesmo que a pessoa fique doente após a imunização, os sintomas tendem a ser mais brandos. Vale lembrar que algumas pessoas podem ter outros tipos de infecções respiratórias e achar que é gripe.

Como evitar ser contaminado ou transmitir a doença

– Tome a vacina contra gripe todo ano, principalmente se você fizer parte dos grupos prioritários, preferencialmente antes do início da estação
– Lave as mãos com frequência, principalmente antes de comer, mas também após tossir ou espirrar
– Utilize lenços descartáveis para assoar o nariz
– Evite levar as mãos aos olhos, nariz ou boca
– Evite compartilhar objetos de uso pessoal, como talheres e copos
– Mantenha os ambientes bem ventilados, inclusive no inverno
– Cubra o nariz e a boca ao espirrar e tossir
– Se estiver doente, procure ficar em casa (o mesmo vale para seus filhos, funcionários etc)
– Se estiver gripado e tiver que ir a algum lugar que tenha muita gente, como o hospital, use máscara
– Procure manter um estilo de vida saudável, com alimentação equilibrada, para evitar infecções em geral
– Evite o tabagismo (ativo e passivo)
– Amamente seu filho

Atenção, grávidas e mamães

A gripe costuma ser mais grave em gestantes, por causa de mudanças no sistema imunológico, circulatório e pulmonar. Por isso é importante que elas sejam vacinadas em qualquer período gestacional: além de evitar a doença e suas complicações, que podem levar ao parto prematuro, a imunização protege o recém-nascido até os 6 meses. Mães gripadas devem lavar constantemente as mãos e evitar tossir ou espirrar próximo ao bebê.

Fontes: Lessandra Michelin (infectologista/Sociedade Brasileira de Infectologia); Nancy Bellei (infectologista/Sociedade Brasileira de Infectologia); Renato Kfouri (pediatra/Sociedade Brasileira de Pediatria); Organização Mundial da Saúde (OMS), Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), Fiocruz, Ministério da Saúde; Sociedade Brasileira de Infectologia

FOTOS TAMBÉM TIRADAS DA INTERNET PARA MELHOR ILUSTRAÇÃO.

Sair Clenio Cesar

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